Acolher
catequizandos + texto Bíblico
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Campanha
da Fraternidade
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*Ano
litúrgico...:Advento/Natal, Quaresma/Páscoa/ Comum.
...(Quaresma... Oração, Jejum e Caridade)
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Celebrações:
Domingo de Ramos, Quinta –Feira Santa,
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Concluir
Tríduo Pascal / Vigília Pascal.
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Participação
nas Celebrações da Semana Santa
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Páscoa:
Ressurreição de Jesus.
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Domingo:
O dia do Senhor
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Partes
da missa
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Devoção
Mariana: Maria: Mãe de Deus, Maria: Mãe de Jesus Maria: Mãe
da Igreja/ Nossa Mãe
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Dogmas
e Titulos Marianos; Orações Marianas; Maria teve outros
filhos? Jesus teve outros irmãos?
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Pentecostes
e os Dons do Espírito Santo
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Qual
o sentido de acender velas? Santos/Imagens
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Mandamentos
da Lei de Deus
|
A
Oração “Eu Creio”
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Mandamentos
da Igreja..
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Sacramentos
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Este blog tem o objetivo de evangelizar utilizando a internet e principalmente estar mais próximo dos catequistas e de toda a comunidade catequética!
sábado, 13 de agosto de 2016
SUGESTÃO DE TEMAS PARA TRABALHAR NA CATEQUESE
segunda-feira, 30 de março de 2015
Programação Semana Santa 2015
HORARIO DA SEMANA SANTA - 2015
DIA
29 DE MARÇO: DOMINGO DE RAMOS
-
8:00H – Inicio da missa, com benção dos ramos – saída da casa dos casais
-
19:15H – Missa e distribuição dos ramos
DIA
30 DE MARÇO: SEGUNDA-FEIRA
-
6:00 h – Missa ; Visitas nas Escolas CF; 19:00h- Confissões
DIA
31 DE MARÇO – TERÇA-FEIRA
-
6:00h- Missa; Visitas as Escolas CF; 19:00h – Confissões
DIA
01 DE ABRIL – QUARTA-FEIRA
-
6:00H – Missa; Visitas as Escolas; Confissões pela manhã
-
19:00 h - Noite Missa Crismal Catedral-Rio Branco
DIA 02 DE ABRIL – QUINTA
FEIRA-SANTA
-
6:00h – Missa de ação de graças( Aniversário de frei Paolino)
-
19:00h - Missa da Instituição da Eucaristia e lava pés
-
TRANSLADAÇÃO DO SANTÍSSIMO (Adoração toda a noite no Salão Paroquial – Ver escala dos grupos Matriz); Dramatização da Ultima Ceia.
DIA
03 DE ABRIL – SEXTA-FEIRA SANTA
-
Visita ao Santíssimo das 07 às 11:00h; 15:00h – Celebração da Paixão e Morte de Jesus com o beijo da Cruz. Seguido da procissão; 19:00 h – Dramatização: Grupo Teatral Terra Nossa
DIA
04 DE ABRIL – SÁBADO SANTO
-
9:00 h – Celebração da hora da solidão de Maria; (Servos e Servas)
-
19:00 h – Celebração Pascal com a benção do fogo, da água.
DIA
05 DE ABRIL- DOMINGO DE PÁSCOA
-
05:00 h – Missa do Alvorecer da Ressurreição (dramatização)OBS: as 04:30 h da manha soltar fogos em cada Comunidade e seguir pra Igreja;
-
19:15 h – Missa de Encerramento da Semana Santa.
domingo, 22 de março de 2015
Quaresma
| O que é a Quaresma? |
A quaresma é o tempo
litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a
grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender de nossos pecados e
de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos
de Cristo.
A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esfoço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.
A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.
Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.
Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.
40 dias
A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.
A prática da Quaresma data desde o século IV, quando se dá a tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão.
A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esfoço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.
A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.
Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.
Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.
40 dias
A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.
A prática da Quaresma data desde o século IV, quando se dá a tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão.
sábado, 16 de agosto de 2014
Formação de Catequistas!
Olá nobres visitantes, hoje foi realizado uma formação com catequistas das Paróquias Nossa Senhora da Conceição de Sena Madureira e Nossa Senhora da Penha de Manuel Urbano, tendo como ministrantes do tema Irmã Lori e demais membros da coordenação diocesana de catequese, foi sem dúvida um encontro muito proveitoso para todos nós. Agradecemos aos irmão catequistas de Manuel Urbano pela presença, aos catequistas daqui de nossa Paróquia, e às minhas irmãs de coordenação Antonia Isídio, Marcia Fontana e Semíreme Nasserala, assim como a presença de nosso pároco Frei Zezinho no encontro e nossas cozinheiras na pessoa de Maria Neca. Segue registros fotográficos.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Partes da Missa
RITOS INICIAIS
Entrada do Celebrante
Vai começar a Celebração. É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o orante máximo que assume a Liturgia oficial da Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça e nós os membros desse corpo. Por isso nos incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha sentido e nossa oração seja eficaz. Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.
Saudação
O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz. Essa expressão "EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO", tem um sentido bíblico. Nome em sentido bÍblico quer dizer a própria pessoa. Isto é iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.
O sinal da cruz, significa que estamos na presença do Senhor e que compartilhamos de Sua autoridade e de Seu poder.
Ato penitencial
O Ato Penitencial é um convite para cada um olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o arrependimento deve ser sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.
E quando recitamos o Rito Penitencial, ficamos inteiramente receptivos à sua graça curativa: o Senhor nos perdoa, nos abrimos em perdão e estendemos a mão para perdoar a nós mesmos e aos outros.
Ao perdoar e receber o perdão divino, ficamos impregnados de misericórdia: somos como uma esponja seca que no mar da misericórdia começa a se embeber da graça e do amor que estão à nossa espera. É quando os fiéis em uníssono dizem: “Senhor, tende piedade de nós!”
Hino de louvor
O Glória é um hino de louvor à Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. No Glória (um dos primeiros cânticos de louvor da Igreja), entramos no louvor de Jesus diante do Pai, e a oração dEle torna-se nossa. Quando louvamos, reconhecemos o Senhor como criador e Seu contínuo envolvimento ativo em nossas vidas. Ele é o oleiro, nós somos a argila (Jer 18-6). Louvemos!
Nós temos a tendência a nos voltar para a súplica, ou seja, permanecemos no centro da oração. No louvor, ao contrário, Jesus é o centro de nossa oração. Louvemos o Senhor com todo o nosso ser, pois alguma coisa acontece quando nos esquecemos de nós mesmos. No louvor, servimos e adoramos o Senhor.
OREMOS
A oração é seguida de uma pausa este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça Mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.
LITURGIA DA PALAVRA
Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se mas deve esperar o celebrante dirigir-se à cadeira. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo de maior importância, pois é nesta hora que Deus nos fala solenemente. Fala a uma comunidade reunida como "Povo de Deus". A Palavra explicada, nosso compromisso com Deus, nossas súplicas e ofertas.
Primeira leitura
E quando se inicia a Liturgia da Palavra, peçamos ao Espírito Santo que nos fale por intermédio dos versículos bíblicos: que as leituras sejam para nós palavras de sabedoria, discernimento, compreensão e cura.
A Primeira Leitura geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias.
Salmo responsorial
Salmo Responsorial antecede a segunda leitura, é a nossa resposta a Deus pelo que foi dito na primeira leitura. Ajuda-nos a rezar e a meditar na Palavra acabada de proclamar. Pode ser cantado ou recitado.
Segunda leitura
A Segunda Leitura é tirada das Cartas, Atos ou Apocalipse. As cartas são dirigidas a uma comunidade a todos nós.
Canto de aclamação ao Evangelho
Terminada a Segunda Leitura, vem a Monição ao Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembléia a ouvir o Evangelho. O canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que via nos falar.
Evangelho
Toda a Assembléia está de pé, numa atitude de expectativa para ouvir a Mensagem. A Palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar "dividida" com nada: com nenhum barulho, com nenhuma distração, com nenhuma preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar.
A Palavra do Senhor é luz para nossa inteligência, paz para nosso Espírito e alegria para nosso coração.
Homilia
É a interpretação de uma profecia ou a explicação de um texto bíblico. A Bíblia não é um livro de sabedoria humana, mas de inspiração divina. Jesus tinha encerrado sua missão na terra. Havia ensinado o povo e particularmente os discípulos.
Tinha morrido e ressuscitado dos mortos. Missão cumprida! Mas sua obra da Salvação não podia parar, devia continuar até o fim do mundo. Por isso Jesus passou aos Apóstolos o seu poder recebido do pai e lhes deu ordem para que pregassem o Evangelho a todos os povos. O sacerdote é esse "homem de Deus". Na homilia ele "atualiza o que foi dito há dois mil anos e nos diz o que Deus está querendo nos dizer hoje".
Então o sacerdote explica as leituras. É o próprio Jesus quem nos fala e nos convida a abrir nossos corações ao seu amor. Reflitamos sobre Suas palavras e respondamos colocando-as em prática em nossa vida.
Profissão de fé
Em seguida, os fiéis se levantam e recitam o Credo. Nessa oração professamos a fé do nosso Batismo.
A fé é à base da religião, o fundamento do amor e da esperança cristã. Crer em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos na Palavra de Deus que foi proclamada e estamos prontos para pô-la em prática.
Oração da comunidade (Oração dos fiéis)
Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus que nos falou, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja.
E ainda de pé rogamos a Deus pelas necessidades da Igreja, da comunidade e de cada fiel em particular. Nesse momento fazemos também nossas ofertas a Deus.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor.
Vem a seguir o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício da Cruz, agora de maneira incruenta, isto é, sem dor e sem violência. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da Transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho (matéria) mesmo que tenha desaparecido a substância subjacente (do pão e do vinho). Ou seja, a substância agora é inteiramente a do Corpo, Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, embora as aparências sejam a do pão e do vinho.
Procissão das oferendas
As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem que trabalha. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não precisa de esmola porque Ele não é mendigo e sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus. Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho, oferece a sua vida. O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele. O celebrante lava as mãos, essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus.
Santo
Prefácio é um hino "abertura" que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo Corações ao alto"! É um hino que proclama a Santidade de Deus e dá graças ao Senhor.
O final do Prefácio termina com a aclamação Santo, Santo, Santo... é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.
Consagração do pão e vinho
O celebrante estende as mãos sobre o pão e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo. Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio Jesus fez na Ceia e pronuncia estas palavras "TOMAI...
O celebrante faz uma genuflexão para adorar Jesus presente sobre o altar. Em seguida recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos dizendo: "TOMAI...... "FAZEI ISTO" aqui cumpre-se a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.
"EIS O MISTÉRIO DA FÉ" Estamos diante do Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito por quem crê.
Orações pela igreja
A Igreja está espalhada por toda a terra e além dos limites geográficos: está na terra, como Igreja peregrina e militante; está no purgatório, como Igreja padecente; e está no céu como Igreja gloriosa e triunfante.
Entre todos os membros dessa Igreja, que está no céu e na terra, existe a intercomunicação da graça ou comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros, pois somos todos irmãos, membros da grande Família de Deus.
A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo Diocesano, são os pastores do rebanho, sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles. Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a Igreja é mais para interceder do que para julgar, por isso na Missa rezamos pelos falecidos. Finalmente, pedimos por nós mesmos como "povo santo e pecador".
Por Cristo, com Cristo e em Cristo
Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o cálice e a assembléia responde amém.
RITO DA COMUNHÃO
Pai nosso
Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai-Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. Ao nos abrirmos ao Pai, uma profunda sensação de integridade e descanso toma conta de nós. Como cristãos, fazer a vontade do Pai é tão importante para nosso espírito quanto o alimento é para nosso corpo.
O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos.
Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do senhor na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo.
Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante.
Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. após o Pai Nosso na Missa não se diz amém pois a oração seguinte é continuação.
A paz
Após o Pai-Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.
A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição.
Que paz é essa da qual fala Jesus? É o amor para com o próximo. Às vezes vamos à Igreja rezar pela paz no mundo, mas não estamos em paz conosco ou com nossas famílias. Não nos esqueçamos: a paz deve começar dentro de nós e dentro de nossas casas.
Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz.
Fração do pão
O celebrante parte da hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão.
Cordeiro de Deus
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o "cordeiro de Deus". Os fIéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez.
Comunhão
A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como MIstério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.
À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual
A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo. O fruto de nossa Comunhão não será verdadeiro se não vemos melhorar a nossa compaixão, paciência e compreensão para com os outros.
Modo de comungar
Quem comunga recebendo a hóstia na mão deve elevar a mão esquerda aberta, para o padre colocar a comunhão na palma da mão. O comungaste imediatamente, pega a Hóstia com a direita e comunga ali mesmo na frente do padre ou ministro. Ou direto na boca.
Quando a comunhão é nas duas espécies, ou seja, pão e vinho é diretamente na boca.
Pós comunhão
Depois de comungar temos alguns preciosos minutos em que Nosso Senhor Jesus Cristo nos tem, poderíamos dizer, abraçados. Perguntemos corajosamente: Senhor, que queres que eu faça? E estejamos abertos para ouvirmos a resposta. Quantos milagres e quantas curas acontecem nesse momento em que Deus está vivo e presente em nós!
Rito final
Seguem-se a Ação de Graças e os Ritos Finais. Despedimo-nos, e é nessa hora que começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações.
Como receber a benção
É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa. E a Missa termina com a benção.
Qual a parte mais importante da Missa?
É justamente agora a parte mais importante da Missa, quando Ela se acaba, pois colocamos em prática tudo aquilo que ouvimos e aprendemos durante a celebração, enfim quando vivenciamos os ensinamentos de Deus Pai.
Entrada do Celebrante
Vai começar a Celebração. É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o orante máximo que assume a Liturgia oficial da Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça e nós os membros desse corpo. Por isso nos incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha sentido e nossa oração seja eficaz. Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.
Saudação
O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz. Essa expressão "EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO", tem um sentido bíblico. Nome em sentido bÍblico quer dizer a própria pessoa. Isto é iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.
O sinal da cruz, significa que estamos na presença do Senhor e que compartilhamos de Sua autoridade e de Seu poder.
Ato penitencial
O Ato Penitencial é um convite para cada um olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o arrependimento deve ser sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.
E quando recitamos o Rito Penitencial, ficamos inteiramente receptivos à sua graça curativa: o Senhor nos perdoa, nos abrimos em perdão e estendemos a mão para perdoar a nós mesmos e aos outros.
Ao perdoar e receber o perdão divino, ficamos impregnados de misericórdia: somos como uma esponja seca que no mar da misericórdia começa a se embeber da graça e do amor que estão à nossa espera. É quando os fiéis em uníssono dizem: “Senhor, tende piedade de nós!”
Hino de louvor
O Glória é um hino de louvor à Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. No Glória (um dos primeiros cânticos de louvor da Igreja), entramos no louvor de Jesus diante do Pai, e a oração dEle torna-se nossa. Quando louvamos, reconhecemos o Senhor como criador e Seu contínuo envolvimento ativo em nossas vidas. Ele é o oleiro, nós somos a argila (Jer 18-6). Louvemos!
Nós temos a tendência a nos voltar para a súplica, ou seja, permanecemos no centro da oração. No louvor, ao contrário, Jesus é o centro de nossa oração. Louvemos o Senhor com todo o nosso ser, pois alguma coisa acontece quando nos esquecemos de nós mesmos. No louvor, servimos e adoramos o Senhor.
OREMOS
A oração é seguida de uma pausa este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça Mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.
LITURGIA DA PALAVRA
Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se mas deve esperar o celebrante dirigir-se à cadeira. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo de maior importância, pois é nesta hora que Deus nos fala solenemente. Fala a uma comunidade reunida como "Povo de Deus". A Palavra explicada, nosso compromisso com Deus, nossas súplicas e ofertas.
Primeira leitura
E quando se inicia a Liturgia da Palavra, peçamos ao Espírito Santo que nos fale por intermédio dos versículos bíblicos: que as leituras sejam para nós palavras de sabedoria, discernimento, compreensão e cura.
A Primeira Leitura geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias.
Salmo responsorial
Salmo Responsorial antecede a segunda leitura, é a nossa resposta a Deus pelo que foi dito na primeira leitura. Ajuda-nos a rezar e a meditar na Palavra acabada de proclamar. Pode ser cantado ou recitado.
Segunda leitura
A Segunda Leitura é tirada das Cartas, Atos ou Apocalipse. As cartas são dirigidas a uma comunidade a todos nós.
Canto de aclamação ao Evangelho
Terminada a Segunda Leitura, vem a Monição ao Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembléia a ouvir o Evangelho. O canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que via nos falar.
Evangelho
Toda a Assembléia está de pé, numa atitude de expectativa para ouvir a Mensagem. A Palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar "dividida" com nada: com nenhum barulho, com nenhuma distração, com nenhuma preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar.
A Palavra do Senhor é luz para nossa inteligência, paz para nosso Espírito e alegria para nosso coração.
Homilia
É a interpretação de uma profecia ou a explicação de um texto bíblico. A Bíblia não é um livro de sabedoria humana, mas de inspiração divina. Jesus tinha encerrado sua missão na terra. Havia ensinado o povo e particularmente os discípulos.
Tinha morrido e ressuscitado dos mortos. Missão cumprida! Mas sua obra da Salvação não podia parar, devia continuar até o fim do mundo. Por isso Jesus passou aos Apóstolos o seu poder recebido do pai e lhes deu ordem para que pregassem o Evangelho a todos os povos. O sacerdote é esse "homem de Deus". Na homilia ele "atualiza o que foi dito há dois mil anos e nos diz o que Deus está querendo nos dizer hoje".
Então o sacerdote explica as leituras. É o próprio Jesus quem nos fala e nos convida a abrir nossos corações ao seu amor. Reflitamos sobre Suas palavras e respondamos colocando-as em prática em nossa vida.
Profissão de fé
Em seguida, os fiéis se levantam e recitam o Credo. Nessa oração professamos a fé do nosso Batismo.
A fé é à base da religião, o fundamento do amor e da esperança cristã. Crer em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos na Palavra de Deus que foi proclamada e estamos prontos para pô-la em prática.
Oração da comunidade (Oração dos fiéis)
Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus que nos falou, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja.
E ainda de pé rogamos a Deus pelas necessidades da Igreja, da comunidade e de cada fiel em particular. Nesse momento fazemos também nossas ofertas a Deus.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor.
Vem a seguir o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício da Cruz, agora de maneira incruenta, isto é, sem dor e sem violência. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da Transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho (matéria) mesmo que tenha desaparecido a substância subjacente (do pão e do vinho). Ou seja, a substância agora é inteiramente a do Corpo, Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, embora as aparências sejam a do pão e do vinho.
Procissão das oferendas
As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem que trabalha. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não precisa de esmola porque Ele não é mendigo e sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus. Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho, oferece a sua vida. O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele. O celebrante lava as mãos, essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus.
Santo
Prefácio é um hino "abertura" que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo Corações ao alto"! É um hino que proclama a Santidade de Deus e dá graças ao Senhor.
O final do Prefácio termina com a aclamação Santo, Santo, Santo... é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.
Consagração do pão e vinho
O celebrante estende as mãos sobre o pão e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo. Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio Jesus fez na Ceia e pronuncia estas palavras "TOMAI...
O celebrante faz uma genuflexão para adorar Jesus presente sobre o altar. Em seguida recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos dizendo: "TOMAI...... "FAZEI ISTO" aqui cumpre-se a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.
"EIS O MISTÉRIO DA FÉ" Estamos diante do Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito por quem crê.
Orações pela igreja
A Igreja está espalhada por toda a terra e além dos limites geográficos: está na terra, como Igreja peregrina e militante; está no purgatório, como Igreja padecente; e está no céu como Igreja gloriosa e triunfante.
Entre todos os membros dessa Igreja, que está no céu e na terra, existe a intercomunicação da graça ou comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros, pois somos todos irmãos, membros da grande Família de Deus.
A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo Diocesano, são os pastores do rebanho, sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles. Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a Igreja é mais para interceder do que para julgar, por isso na Missa rezamos pelos falecidos. Finalmente, pedimos por nós mesmos como "povo santo e pecador".
Por Cristo, com Cristo e em Cristo
Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o cálice e a assembléia responde amém.
RITO DA COMUNHÃO
Pai nosso
Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai-Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. Ao nos abrirmos ao Pai, uma profunda sensação de integridade e descanso toma conta de nós. Como cristãos, fazer a vontade do Pai é tão importante para nosso espírito quanto o alimento é para nosso corpo.
O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos.
Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do senhor na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo.
Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante.
Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. após o Pai Nosso na Missa não se diz amém pois a oração seguinte é continuação.
A paz
Após o Pai-Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.
A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição.
Que paz é essa da qual fala Jesus? É o amor para com o próximo. Às vezes vamos à Igreja rezar pela paz no mundo, mas não estamos em paz conosco ou com nossas famílias. Não nos esqueçamos: a paz deve começar dentro de nós e dentro de nossas casas.
Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz.
Fração do pão
O celebrante parte da hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão.
Cordeiro de Deus
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o "cordeiro de Deus". Os fIéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez.
Comunhão
A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como MIstério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.
À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual
A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo. O fruto de nossa Comunhão não será verdadeiro se não vemos melhorar a nossa compaixão, paciência e compreensão para com os outros.
Modo de comungar
Quem comunga recebendo a hóstia na mão deve elevar a mão esquerda aberta, para o padre colocar a comunhão na palma da mão. O comungaste imediatamente, pega a Hóstia com a direita e comunga ali mesmo na frente do padre ou ministro. Ou direto na boca.
Quando a comunhão é nas duas espécies, ou seja, pão e vinho é diretamente na boca.
Pós comunhão
Depois de comungar temos alguns preciosos minutos em que Nosso Senhor Jesus Cristo nos tem, poderíamos dizer, abraçados. Perguntemos corajosamente: Senhor, que queres que eu faça? E estejamos abertos para ouvirmos a resposta. Quantos milagres e quantas curas acontecem nesse momento em que Deus está vivo e presente em nós!
Rito final
Seguem-se a Ação de Graças e os Ritos Finais. Despedimo-nos, e é nessa hora que começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações.
Como receber a benção
É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa. E a Missa termina com a benção.
Qual a parte mais importante da Missa?
É justamente agora a parte mais importante da Missa, quando Ela se acaba, pois colocamos em prática tudo aquilo que ouvimos e aprendemos durante a celebração, enfim quando vivenciamos os ensinamentos de Deus Pai.
Fonte: www.catequisar.com.br
terça-feira, 15 de julho de 2014
Agradar a Deus
Quando compus a música "Juras de amor", meu coração estava inflamado de amor por Deus. Vivi a experiência do profeta Jeremias: o Senhor me seduziu! Minha alma e todo o meu ser não sabem fazer outra coisa senão amá-Lo.
O coração dos adoradores não tem outra motivação para a oração, senão o amor a Deus. É o amor ao Senhor que nos impulsiona, nos move. Adorar é portanto um diálogo de amor. A adoração é um dom de Deus e não um esforço nosso. O primeiro passo sempre é de Deus. É Ele quem toma a iniciativa de estar conosco, de se relacionar conosco para estabelecer uma relação íntima, de amizade. Por isso, a adoração não só é um desejo do nosso coração, mas, mais do que isto, é um desejo de Deus.
Adorar a Deus no respeito e na submissão absoluta, reconhecendo os direitos soberanos que Ele tem sobre nós, reconhecer "o nada da criatura", que não existe a não ser por Ele. Adorar a Deus reconhecendo o senhorio d'Ele sobre as nossas vidas, louvá-Lo, exaltá-Lo e humilhar-se a si mesmo, confessando com gratidão que Ele fez grandes coisas e santo é o Seu nome.
Rezemos, hoje, como os anjos ensinaram aos Três Pastorzinhos em Fátima:
"Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos; peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam".
Vamos agradar a Deus por hoje?
Pe. Jonas Abib
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Feliz natal! Feliz Ano Novo!!!
Iniciamos mais um ano litúrgico com o Advento , que possamos abrir nossos corações para receber as graças que o Senhor realiza em nossas vidas e principalmente, que saibamos agradecer por tudo, diariamente Deus realiza milagres em nossa vida e muitas vezes não nos damos conta disso, então a palavra que devemos usar sempre quando nos dirigirmos a Deus é GRATIDÃO, agradecer por tudo sem cessar os agradecimentos pelo amor incondicional que o Senhor derrama sobre nós. Aprendamos a nos deixar inundar por esse amor e que jamais esqueçamos que Natal é o Nascimento de Jesus e que não é 2014 que deve ser diferente, somos nós que devemos melhor sempre mais.
Feliz Natal! Feliz 2014! São os votos da coordenação de catequese de Sena Madureira a tod@s os nossos catequistas, catequisand@s e a toda à comunidade.
Crisma 2013
Olá irmãos, dia 07 de dezembro tivemos na paróquia a celebração da Crisma de mais de 100 catequisandos, que Deus abençoe cada um deles e que sejam perseverantes nos caminhos do Senhor. Agradecemos muito aos catequistas que se jogam nessa maravilhosa missão de educar na fé e à coordenação de catequese, assim como nossos queridos padres Paolino, Zezinho e Oldair. Com esta celebração encerramos o ano catequético e nos encontraremos em fevereiro para mais um ano de missão.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Paramentos Litúrgicos!
ALFAIAS
É o
nome que se dá ao conjunto dos objetos litúrgicos usados nas celebrações.
"Com especial zelo a Igreja cuidou que as sagradas alfaias servissem digna
e belamente ao decoro do culto, admitindo aquelas mudanças ou na matéria, ou na
forma, ou na ornamentação que o progresso da técnica da arte trouxe no decorrer
dos tempos" (SC 122c). Portanto, templo, altar, sacrário, imagens, livros
litúrgicos, vestes e paramentos, e todos os objetos devem manifestar a
dignidade do culto, que, como expressão viva de fé, identifica-se com a
natureza de Deus, a quem o povo, congregado pelo Filho e na luz do Espírito
Santo, adora "em espírito e verdade".
LIVROS
LITÚRGICOS
§ MISSAL
- Livro usado pelo sacerdote na celebração eucarística.
§ LECIONÁRIO
- Livro que contém as leituras para a celebração.
São três:
-
I - Lecionário dominical
- Contém as leituras dos domingos e de algumas solenidades e festas.
-
II - Lecionário semanal
- Contém as leituras dos dias de semana. A primeira leitura e o salmo
responsorial estão classificados por ano par e ímpar. O evangelho é sempre o
mesmo para os dois anos.
-
III - Lecionário santoral
- Contém as leituras para as celebrações dos santos. Nele também constam as
leituras para uso na administração de sacramentos e para diversas
circunstâncias.
§ EVANGELIÁRIO
- É o livro que contém o texto do evangelho para as celebrações dominicais e
para as grandes solenidades.
ESPAÇO CELEBRATIVO
§
ALTAR
- Mesa fixa, podendo também ser móvel, destinada à celebração eucarística. É o
espaço mais importante da Igreja. Lugar onde se renova o sacrifício redentor de
Cristo.
§ AMBÃO
- Chama-se também Mesa da Palavra. É a estante de onde se proclama a palavra de
Deus. Não deve ser confundida com a estante do comentador e do animador do
canto. Esta não deve ter o mesmo destaque do ambão.
§ CREDÊNCIA
- Pequena mesa onde se colocam os objetos litúrgicos, que serão utilizados na
celebração. Geralmente, fica próxima do altar.
§ PRESBITÉRIO
- espaço ao redor do altar, geralmente um pouco mais elevado, onde se realizam
os principais ritos sagrados.
§ NAVE
DA IGREJA - Espaço do templo reservado aos fiéis.
§ SACRÁRIO
- Chama-se também Tabernáculo. É uma pequena urna
onde são guardadas as partículas consagradas e o Santíssimo Sacramento.
Recomenda-se que fique num lugar apropriado, com dignidade, geralmente numa
capela lateral.
§ PÚLPITO
- Lugar nas igrejas antigas de onde o presidente fazia a pregação. Hoje,
praticamente não é mais usado.
§ BATISTÉRIO
– lugar reservado para a celebração do batismo. Em
substituição ao verdadeiro batistério, usa-se a pia batismal.
§ SACRISTIA
– sala anexa à igreja onde se guardam as vestes dos
ministros e os objetos destinados às celebrações; é também o lugar onde os
ministros se paramentam.
OBJETOS LITÚRGICOS
§ CORPORAL
- Tecido em forma quadrangular sobre o qual se coloca o cálice com o vinho e a
patena com o pão.
§ MANUSTÉRGIO
- Toalha com que o sacerdote enxuga as mãos no rito do Lavabo. Em tamanho
menor, é usada pelos ministros da Eucaristia, para enxugarem os dedos.
§ PALA
- Cartão quadrado, revestido de pano, para cobrir a patena e o cálice.
§ SANGUINHO
- Chamado também purificatório. É um tecido retangular, com o qual o sacerdote,
depois da comunhão, seca o cálice e, se for preciso, a boca e os dedos.
§ VÉU
DE ÂMBULA - Pequeno tecido, branco, que cobre a
âmbula, quando esta contém partículas consagradas. É recomendado o seu uso,
dado o seu forte simbolismo. O véu vela (esconde) algo precioso, ao mesmo tempo
que revela (mostra) possuir e trazer tal tesouro
§ ÂMBULA, CIBÓRIO OU PÍXIDE - É um
recipiente para a conservação e distribuição das hóstias aos fiéis.
§ CÁLICE - Recipiente onde se
consagra o vinho durante a missa.
§ CALDEIRINHA - pequena
vasilha, onde se coloca água benta para a aspersão.
§ ASPERSÓRIO
- é um pequeno instrumento com o qual se joga água benta sobre o povo ou sobre
objetos.
§ CASTIÇAL
- Utensílio que se usa para suporte de uma vela.
§ CANDELABRO
- Grande castiçal, com várias ramificações, a cada uma das quais corresponde um
foco de luz.
§ PATENA
- Pequeno prato, geralmente de metal, para conter a hóstia durante a celebração
da missa.
§ BACIA
E JARRA - Em tamanho pequeno, contendo a jarra
a água, para o rito do "Lavabo", na preparação e apresentações dos
dons.
§ CÍRIO
PASCAL - Vela grande, que é benzida
solenemente na Vigília Pascal do Sábado Santo e que permanece nas celebrações
até o Domingo de Pentecostes. Acende-se também nas celebrações do Batismo.
§ CRUZ
- Não só a cruz processional, isto é, a que guia a procissão de entrada, mas
também uma cruz menor, que pode ficar sobre o altar.
§ VELAS
- As velas comuns, porém de bom gosto, que se colocam no altar, geralmente em
número de duas, em dois castiçais.
§ OSTENSÓRIO
- Objeto que serve para expor a hóstia consagrada, para adoração dos fiéis e
para dar a bênção eucarística.
§ CUSTÓDIA
- Parte central do Ostensório, onde se coloca a hóstia consagrada para
exposição do Santíssimo. É parte fixa do Ostensório.
§ LUNETA
- Peça circular do Ostensório, onde se coloca a hóstia consagrada, para a
exposição do Santíssimo. É peça móvel.
§ GALHETAS
- São dois recipientes para a colocação da água e do vinho, para a celebração
da missa
§ HÓSTIA
- Pão não fermentado (ázimo), usado na celebração eucarística. Aqui se entende
a hóstia maior. É comum a forma circular.
§ PARTÍCULA
- O mesmo que hóstia, porém em tamanho pequeno e destinada geralmente `à
comunhão dos fiéis.
§ RESERVA
EUCARÍSTICA - Nome que se dá às partículas
consagradas, guardadas no sacrário e destinadas sobretudo aos doentes e à
adoração dos fiéis, em visita ao Santíssimo. Devem ser consumidas na missa
seguinte.
§ INCENSO
- É uma resina aromática, extraída de várias plantas, usada sobre brasas, nas
celebrações solenes (Ver também a referência do nº 66).
§ NAVETA - Pequeno vaso onde se
transporta o incenso nas celebrações litúrgicas.
§ TECA
- Pequeno estojo, geralmente de metal, onde se leva a Eucaristia para os
doentes. Usa-se também, em tamanho maior, na celebração eucarística, para
conter as partículas.
§ TURÍBULO - Vaso utilizado nas
incensações durante a celebração. Nele se colocam brasas e o incenso.
OUTROS SÍMBOLOS
§ IHS - Iniciais das palavras
latinas Iesus Hominum Salvator, que significam: Jesus Salvador dos homens.
Empregam-se sempre em paramentos litúrgicos, em portas de sacrário e nas
hóstias.
§ ALFA E ÔMEGA - Primeira e última letra do alfabeto grego. No
Cristianismo aplicam-se a Cristo, princípio e fim de todas as coisas.
§ TRIÂNGULO - Com seus três ângulos
iguais (equilátero), o triângulo simboliza a Santíssima Trindade. É um símbolo
não muito conhecido pelo nosso povo.
§ INRI - São as iniciais das
palavras latinas Iesus Nazarenus Rex Iudaerum, que querem dizer: Jesus Nazareno
Rei dos Judeus, mandadas colocar por Pilatos na crucifixão de Jesus (Cf. Jo
19,19).
§ XP - Estas letras, do alfabeto
grego, correspondem em português a C e R. Unidas, formam as iniciais da palavra
CRISTÓS (Cristo). Esta significação simbólica é, porém, ignorada por muitos.
VESTES LITÚRGICAS
São elas:
§ ALVA ou TÚNICA - veste
longa, de cor branca ou neutra, comum aos ministros de qualquer grau.
§ AMITO
- Pano que o ministro coloca ao redor do pescoço antes de outras vestes
litúrgicas (pouco usado).
§ CASULA
- Veste própria do sacerdote que preside a celebração. Espécie de manto que se
veste sobre a alva e a estola. Acompanha a cor litúrgica do dia.
§ ESTOLA
- Veste litúrgica dos ministros ordenados. O bispo e o presbítero a colocam
sobre os ombros de modo que caia pela frente em forma de duas tiras,
acompanhando o comprimento da alva ou túnica. Os diáconos também a usam, porém
a tiracolo, sobre o ombro esquerdo, pendendo-a do lado direito.
§ CAPA
PLUVIAL - Capa longa, que o sacerdote usa ao
dar a bênção do Santíssimo ou ao conduzi-lo nas procissões. Usa-se também no
rito de aspersão da assembléia.
§ CÍNGULO - Cordão com o qual se
prende a alva ao redor da cintura.
§ VÉU
UMERAL - Chama-se também véu de ombros. Manto
retangular usado pelo sacerdote sobre os ombros, ao dar a bênção com o
Santíssimo ou ao transportar o ostensório com o Santíssimo Sacramento.
§ DALMÁTICA - Veste própria do
diácono. É colocada sobre a alva e a estola.
CORES LITÚRGICAS
CORES LITÚRGICAS
Dizem respeito à toalha do altar
e do ambão e às vestes litúrgicas. São elas:
§ O
BRANCO - Simboliza a vitória, a paz, a alma
pura, a alegria. Usa-se: na Quinta-feira Santa, na Vigília Pascal do Sábado
Santo, em todo o Tempo Pascal, no Natal, no Tempo do Natal, nas festas dos
santos (quando não mártires) e nas festas do Senhor (exceto as da Paixão), nas
festas e memória da Bem-aventurada Virgem Maria, dos Santos Anjos, na festa de
Todos os Santos, São João Batista, São João Evangelista, Cátedra de São Pedro e
Conversão de São Paulo. É a cor predominante da ressurreição.
§ O
VERMELHO - Simboliza o fogo, o sangue, o amor
divino, o martírio. É usado: no Domingo
de Ramos e da Paixão, na Sexta-Feira santa, no Domingo de Pentecostes, nas festas dos Apóstolos, dos Santos mártires e dos Evangelistas.
de Ramos e da Paixão, na Sexta-Feira santa, no Domingo de Pentecostes, nas festas dos Apóstolos, dos Santos mártires e dos Evangelistas.
§ O
VERDE - É a cor da esperança. Usa-se no Tempo
Comum. (Quando no TC se celebra uma festa do Senhor ou dos santos, usa-se então
a cor da festa).
§ O
ROXO - Simboliza a penitência. Usa-se no
Tempo do Advento e da Quaresma. Pode-se também usar nos ofícios e missas pelos
mortos. (Quanto ao Advento, está havendo uma tendência a se usar o violeta, em
vez do roxo, para distinguí-lo da Quaresma, pois Advento é tempo de feliz
expectativa e de esperança, num viver sóbrio, e não de penitência, como a
Quaresma).
§ O
PRETO - É símbolo de luto. Pode ser usado nas
missas pelos mortos, mas nessas celebrações pode-se usar também o branco,
dando-se então ênfase não à dor, mas à ressurreição.
§ O
ROSA - Simboliza também a alegria. Pode ser
usado no 3º Domingo do Advento, chamado "Gaudete" , e no 4º Domingo da
Quaresma, chamado aqui "Laetare", ambos domingos da alegria.
POSIÇÕES
CORPORAIS
Na
liturgia toda a pessoa é chamada a participar. Assim, os gestos corporais são
também vivamente litúrgicos. Assim, temos:
-
Estar em pé: é
a posição do Cristo Ressuscitado, atitude de quem está pronto para obedecer,
pronto para partir. Demonstra prontidão para por em prática os ensinamentos de
Jesus.
-
Estar sentado: é
a posição de escuta, de diálogo, de quem medita e reflete. Na liturgia, esta
posição cabe principalmente ao se ouvir as leituras (salvo a leitura do
Evangelho), na hora da homilia e quando a pessoa está concentrada, meditando.
-
Estar ajoelhado: é
a posição de quem se põe em oração profunda, confiante.
-
Fazer genuflexão: faz-se
dobrando o joelho direito até o solo. Significa adoração, pelo que é reservado
ao Santíssimo Sacramento, quer exposto, quer guardado no sacrário. Não fazem
genuflexão nem inclinação profunda aqueles que transportam os objetos que se
usam nas celebrações, por exemplo, a cruz, os castiçais, o livro dos
evangelhos.
-
Prostrar-se: significa
estender-se no chão; expressa profundo sentimento de indignidade, humildade, e
também de súplica. Gesto previsto na Sexta-feira santa, no início da celebração
da Paixão. Também os que vão ser ordenados diáconos e presbíteros se prostram.
-
Inclinar o corpo: é
uma atitude intermediária entre estar de pé e ajoelhar-se. Sinal de reverência
e de honra que se presta às pessoas ou às imagens. Faz-se inclinação diante da
cruz, no início e no fim da celebração; ao receber a bênção; quando, durante o
ato litúrgico, há necessidade de passar diante do tabernáculo; antes e depois
da incensação, e todas as vezes em que vier expressamente indicada nos diversos
livros litúrgicos.
-
Erguer as mãos:
é um gesto de súplica ou de oferta do coração a Deus. Geralmente se usa durante
a recitação do Pai-nosso e nos cantos de louvor.
-
Bater no peito:
é expressão de dor e arrependimento dos pecados. Este gesto ocorre na oração Confesso
a Deus todo poderoso...
-
Silêncio: atitude
indispensável nas celebrações litúrgicas. Indica respeito, atenção, meditação,
desejo de ouvir e aprofundar a palavra de Deus. Na celebração eucarística, se
prevê um instante de silêncio no ato penitencial e após o convite à oração
inicial, após uma leitura ou após a homilia. Depois da comunhão, todos são
convidados a observar o silêncio sagrado.
SÍMBOLOS
LITÚRGICOS LIGADOS À NATUREZA
§ A
ÁGUA - A água simboliza a vida (remete-nos
sobretudo ao nosso batismo, onde renascemos para uma vida nova). Pode
simbolizar também a morte (enquanto por ela morremos para o pecado).
§ O
FOGO - O fogo ora queima, ora aquece, ora
brilha, ora purifica. Está presente na liturgia da Vigília Pascal do Sábado
Santo e nas incensações, como as brasas nos turíbulos. O fogo pode
multiplicar-se indefinidamente. Daí, sua forte expressão simbólica. É símbolo
sobretudo da ação do Espírito Santo.
§ A
LUZ - A luz brilha, em oposição às trevas,
e mesmo no plano natural é necessária à vida, como a luz do sol. Ela mostra o
caminho ao peregrino errante. A luz produz harmonia e projeta a paz. Como o
fogo, pode multiplicar-se indefinidamente. Uma pequenina chama pode estender-se
a um número infinito de chamas e destruir, assim, a mais espessa nuvem de
trevas. É o símbolo mais expressivo do Cristo Vivo, como no Círio Pascal. A luz
e, pois, a expressão mais viva da ressurreição.
§ O
PÃO E O VINHO - Símbolos do alimento humano. Trigo
moído e uva espremida, sinais do sacrifício da natureza, em favor dos homens.
Elementos tomados por Cristo para significarem o seu próprio sacrifício
redentor.
§ O
INCENSO - Como se falou no número 33, com sua
especificidade aromática. Sua fumaça simboliza, pois, a oração dos santos, que
sobe a Deus, ora como louvor, ora como súplica.
§ O
ÓLEO - Temos na liturgia os óleos dos
Catecúmenos, do Crisma e dos Enfermos, usados liturgicamente nos sacramentos do
Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos. Nos três sacramentos, trata-se do
gesto litúrgico da unção. Aqui vemos que o objeto - no caso, o óleo - além de
ele próprio ser um símbolo, faz nascer uma ação, isto é, o gesto simbólico de
ungir. Tal também acontece com a água: ela supõe e cria o banho lustral, de
purificação, como nos ritos do Batismo e do "lavabo" (abluções), e do
"asperges", este em sentido duplo: na missa, como rito penitencial, e
na Vigília do Sábado Santo, como memória pascal de nosso Batismo. A esses
gestos litúrgicos e tantos outros, podemos chamar de "símbolos
rituais". A unção com o óleo atravessa toda a história do Antigo
Testamento, na consagração de reis, profetas e sacerdotes, e culmina no Novo
Testamento, com a unção misteriosa de Cristo, o verdadeiro Ungido de Deus. A
palavra Cristo significa, pois, ungido. No caso, o Ungido, por excelência.
§ AS
CINZAS - As cinzas, principalmente na
celebração da Quarta-Feira de Cinzas, são para nós sinal de penitência, de
humildade e de reconhecimento de nossa natureza mortal. Mas estas mesmas cinzas
estão intimamente ligadas ao Mistério Pascal. Não nos esqueçamos de que elas
são fruto das palmas do Domingo de Ramos do ano anterior, geralmente queimadas
na Quaresma, para o rito quaresmal das cinzas.
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